sexta-feira, 19 de abril de 2013

Clima frio causa resfriados?


     Todas as mamães e avós acreditam nessa história – e seus filhos e netos já precisaram carregar muitos “casacos desnecessários” por aí à custa desse mito. Mas será que ele tem fundamento? Confira a resposta.
Que nos desculpem as mães, mas o fato é que não há nenhuma evidência conclusiva de que tempo frio cause mais resfriados e você precise se agasalhar. O que acontece é que, quando está mais fresquinho, temos a tendência de ficar agrupados em espaços fechados, buscando calor – e essas são as condições perfeitas para transmissão de vírus pelo ar.

 

Exercicio físico

Exercício físico é qualquer atividade física que mantém ou aumenta a aptidão física em geral e tem o objetivo de alcançar a saúde e também a recreação. A razão da prática de exercícios inclui: o reforço da musculatura e do sistema cardiovascular; o aperfeiçoamento das habilidades atléticas; a perda de peso e/ou a manutenção de alguma parte do corpo. Para muitos médicos e especialistas, exercícios físicos realizados de forma regular ou frequente estimulam o sistema imunológico, ajudam a prevenir doenças (como cardiopatia, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, etc.) moderam o colesterol, ajudam a prevenir a obesidade, e outras coisas. Além disso, melhoram a saúde mental e ajudam a prevenir a depressão. Todo exercício físico deve ser sempre realizado sob a orientação de um profissional ou centro esportivo qualificado, pois a prática de esportes somente nos permite atingir os objetivos esperados quando é devidamente orientada.

 

Benefícios do exercício físico

O exercício físico é um componente do moderno estilo de vida que nas suas distintas modalidades tais como ginástica, desporto e educação física constituem atividades vitais para a saúde, a educação, a recreação e o bem-estar do ser humano, a prática do desporto e os exercícios físicos podem fazer pelos Homens o que não poderiam fazer milhões de médicos. A prolongação da vida e a terapia contra numerosas enfermidades são os principais benefícios do exercício físico.

Exercícios físicos na vida adulta

O ideal para a saúde é que o exercício físico se torne um hábito na [infância] ou na adolescência, para não haver dificuldades de integrá-la à vida [adulto].
Um dos principais problemas relacionados a essa adaptação é a falta de tempo, que cria os "atletas de final de semana". Praticar atividade física somente aos finais de semana pode não ser bom à própria saúde. É necessário um ritmo correto entre exercício e descanso. O recomendado é que, para cada dia de exercício, seja dado um dia de descanso, principalmente para as pessoas que se iniciam.
As conseqüências do sedentarismo para a saúde do homem são nefastas e bem conhecidas: maior risco de aterosclerose e suas conseqüências (angina, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral), aumento da obesidade, aparição de problemas como: hipertensão arterial, diabetes,osteoporose, dislipidemia, doença pulmonar obstrutiva crônica, asma, depressão, ansiedade, além de aumento do risco de afecções osteomusculares e de alguns tipos de câncer de cólon e de câncer de mama.

Corpo à prova de ressaca: veja o que fazer antes e depois de beber



  Pode não ser época de Carnaval nem de festas de final de ano, mas mesmo assim é possível escorregar e exagerar na bebida. Uma dose a mais e no dia seguinte lá está ela. Dor de cabeça, náuseas, vômitos, sede, tontura, indisposição e diarreia são alguns dos sintomas da ressaca. “Isso acontece porque o álcool, quando ingerido em excesso, é uma substância tóxica para o organismo”, explica o clínico geral Alex Botsaris.

Dificilmente todos os sintomas aparecem de uma vez, mas é raro alguém exagerar na bebida e não sentir nada no dia seguinte. “O álcool causa uma inflamação aguda no estômago e agride o fígado, gerando enjoo, vômito e mal estar. O sistema nervoso também é afetado, então surge a dor de cabeça”, conta Alfredo Salim Helito, clínico geral do Hospital Sírio-Libanês. A única forma de não ter nenhuma ressaca é não beber grandes quantidades, porém algumas medidas simples podem ajudar a melhorar os sintomas. Confira as dicas dos especialistas.

Invista em alimentos integrais
O álcool é corrosivo para a mucosa do estômago, por isso esse órgão precisa de uma atenção extra. “Arroz e pão integrais ajudam a proteger o estômago. Então, é ideal que sejam consumidos com frequência. Esses alimentos também ajudam a acelerar a recuperação depois que a pessoa bebeu”, defende o médico do Hospital São Camilo Sidney Federmann, especialista em alimentos funcionais.

Beba com estilo
A primeira orientação é fugir das bebidas de má qualidade, especialmente se forem destiladas. De acordo com Botsaris, os álcoois de cadeia média e aldeídos presentes nesse tipo de bebida aumentam muito a toxidade do álcool e causam mais danos ao fígado, cérebro e outros órgãos. “Nas bebidas de qualidade a parte inicial e final da destilação são separadas e descartadas. Quando uma pessoa ingere uma bebida mal destilada, ingere substâncias tóxicas que causam uma ressaca muito mais severa”, explica ele. Então, quando se trata de produtos má qualidade, os sintomas podem aparecer mesmo quando você ingere poucas quantidades.

Não misture
Essa máxima vale de verdade! Cada bebida alcoólica tem um processo de fermentação e utiliza substâncias diferentes. “Ao beber diversos tipos de bebidas você também está misturando esse tipo de substância”, afirma Helito.  Segundo Botsaris, isso pode potencializar o efeito negativo da bebida, mesmo quando a quantidade foi pequena. “Geralmente a toxidade é proporcional ao número de substâncias que a pessoa ingere. Por isso, quem mistura bebidas costuma passar mais mal e se recuperar mais lentamente”, justifica ele.

Invista em hidratação
A água é sua melhor amiga no combate à ressaca. “As moléculas de água formam complexos chamados de azeotropos com o álcool, que resulta num efeito como se as moléculas de álcool fossem sequestradas”, diz Botsaris. Outro benefício é que ela ajuda na eliminação do álcool pela urina. Segundo ele, o ideal é beber de 4 a 6 copos de água enquanto está consumindo quantidades de álcool maiores que as habituais. Consumir água imediatamente antes ou depois de beber também auxilia na redução da toxicidade do álcool. Isso significa que não adianta beber um litro de água antes de dormir. Se você não se hidratou durante a noite, a ressaca vai aparecer no dia seguinte.

Lembre-se que saco vazio não para em pé
“O que mais ajuda antes do primeiro gole é comer, em especial uma comida rica em amido e vegetais”, atesta Botsaris. Segundo Helito, quanto menos comida haver no organismo mais rápida e mais eficiente será a absorção de álcool, aumentando o mal estar. Em seguida é a vez de o fígado ser agredido. “O ideal é se alimentar também enquanto ingere álcool, especialmente alimentos com glicose. Além disso, é recomendável revezar a bebida alcóolica com outros líquidos como água ou refrigerante. Assim, a pessoa protege o organismo, elimina o etanol mais rapidamente e acaba bebendo menos”, recomenda Helito. Por isso, nunca beba de barriga vazia!

Atenção aos remédios
Alguns medicamentos são vendidos com a promessa de evitar a ressaca. Porém, isso não funciona bem assim. “Geralmente eles são remédios analgésicos, mas trabalham apenas para diminuir alguns sintomas, eles não evitam a agressão ao organismo”, explica Federmann. Os medicamentos com aspirina também não são uma boa, já que irritam o estômago e o intestino. “Além disso, a duração do efeito da aspirina é de quatro horas, assim quando a pessoa precisa do efeito analgésico, ela já cessou”, complementa Botsaris. Outro alerta feito por Helito é em relação aos produtos que prometem proteger o fígado quando ingeridos no dia seguinte à bebedeira, pois eles também são capazes apenas de diminuir sintomas.

Agora, quando o assunto é a dor de cabeça no dia seguinte alguns medicamentos podem ajudar. Porém, isso também exige cuidados, já que esses remédios agridem o estômago e fígado. “A dipirona associada à cafeína é a melhor opção para a dor de cabeça da ressaca, em minha opinião, desde que a pessoa não esteja com vômitos ou dor abdominal”, afirma Botsaris. Para Helito, o ideal é descobrir maneiras mais naturais para se sentir melhor. “Se você tomar um remédio para dor de cabeça, um protetor gástrico e um para enjoo vai se sentir melhor, mas isso não é muito positivo para seu organismo”, defende ele.

Cuidado com o vinho
Sabe aquela história de que vinho dá dor de cabeça no dia seguinte? É verdade, em partes. Segundo Botsaris, muitos vinhos, especialmente os de má qualidade, usam nitratos como conservantes. “Eles se transformam em óxido nítrico no corpo, que potencializa os efeitos do álcool sobre o sistema nervoso e aumenta a dilatação dos vasos das meninges (membranas que envolvem o cérebro). Isso explica porque esse tipo de bebida causa muita dor de cabeça”, diz.

Evite gordura e ingira doces
Como a bebida agride o estômago ele deverá estar mais sensível no dia seguinte. Por isso, o médico aconselha que se evite alimentos pesados, gordurosos e com tempero forte. Segundo Federmann, também é aconselhável ficar longe de bebidas e alimentos ácidos, como suco de laranja, que podem piorar ainda mais a queimação e o enjoo. Já a dica de alimentação logo depois da bebedeira é comer doces (carboidratos simples). “Quando a pessoa bebe a glicemia abaixa, e essa é uma das causas da ressaca e do mal estar. Esse tipo de carboidrato restaura a glicose no sangue e recupera o glicogênio do fígado, assim a recuperação fica mais rápida”, garante Botsaris.

Descanse
Um dos sintomas da ressaca é moleza e para evitá-la é preciso dormir adequadamente. “Repouso é
fundamental para se recuperar de qualquer condição que comprometa sua saúde”, defende Botsaris. Então, procure descansar em um lugar escuro para que seu sono seja reparador de fato.

Tome um bom chá
Caso não tenha seguido nenhuma das recomendações para evitar a ressaca, ainda há uma forma de aliviar seus sintomas. Várias plantas medicinais são conhecidas por ajudar a combater esse mal estar, basta escolher o chá certo para você. Segundo Botsaris, algumas ervas atuam no fígado e ajudam na eliminação do álcool pela urina. “As principais são o boldo falso (Plectrantus barbatus) e a carqueja (Bacharis trimera). Ambas podem ser usadas preventivamente, para reduzir os efeitos da ressaca, e curativamente, para ajudar na recuperação rápida. Em geral, uma colher de sopa da planta seca para 150 ml de água fervente são suficientes para fazer o chá”, ensina ele.

Escolha a bebida certa para seu sintoma
Além de ingerir cerca de um litro e maio de água no dia seguinte, você ainda pode contar com outros tipos de líquidos para ajuda-lo a se recompor. Segundo Botsaris, o leite frio, por exemplo, pode ajudar a aliviar dores de estômago causadas pelo álcool. Já o café e refrigerantes com cafeína têm poder estimulante, reduzindo a sensação de fadiga e também auxilia na diminuição da dor de cabeça. “Essas bebidas podem ajudar, mas depende da pessoa, pois às vezes podem piorar a gastrite”, ressalta Helito. Como o álcool é diurético é normal que no dia seguinte você se sinta desidratado. “Bebidas isotônicas e a água de coco podem ajudar, pois possuem potássio, glicose e minerais”, diz Helito.

Fique longe do cigarro
Geralmente os fumantes costumam aumentar ainda mais o consumo de cigarros quando estão bebendo. Segundo Federmann, isso ocorre porque a bebida alcóolica pode deprimir a pessoa, enquanto o cigarro tem efeito estimulante. No entanto, esse hábito pode reforçar sintomas da ressaca, já que você está intoxicando seu corpo duas vezes. “Essa mistura é muito perigosa, pois é uma das principais causas de câncer de esôfago”, alerta Federmann.

Esqueça a dose do dia seguinte
Já ouviu falar que a melhor coisa para curar a ressaca é uma dose no dia seguinte? Cuidado! “Se isso de fato funcionar é sinal de que a pessoa está se tornando um alcoólatra. Quem cura ressaca bebendo é porque precisa disso para reduzir o mal estar da abstinência”, justifica Botsaris.


Fonte de informação

3 Dicas para curar a anemia

3 dicas essenciais para curar a anemia são manter um estilo de vida saudável, praticar esportes ao ar livre e adotar uma dieta equilibrada e rica em ferro.


Alimentos para curar a anemia

Os alimentos para curar a anemia devem ser ricos em ferro pois este é um elemento essencial na fabricação da hemoglobina no sangue. Existem muitos alimentos que podem ajudar a combater a anemia já instalada ou prevenir a sua ocorrência. Os mais comuns são:
  • Carne vermelha: deve ser consumida com moderação, apenas 2 a 3 vezes por semana, pois é rica em gordura saturada, podendo elevar o colesterol;
  • Frango e peixe: podem ser consumidos até 2 vezes ao dia;
  • Fígado;
  • Ovo inteiro;
  • Pão escuro;
  • Folhas verdes escuro: espinafre, agrião e rúcula frescos;
  • Leguminosas secas: feijão, grão-de-bico e soja;
  • Batata;
  • Frutos oleaginosos secos: 3 a 4 castanhas do pará por refeição;
  • Flocos de aveia;
  • Rapadura;
  • Ervilhas;
  • Cacau em pó;
  • Salsa;
  • Ostras e mexilhões.
É importante realçar que após a ingestão de alimentos ricos em ferro, deve-se ingerir alguma fonte de vitamina C, pois esta vai contribuir para a absorção do ferro no organismo. Bons exemplos de vitamina C são as frutas amarelas ou alaranjadas como a laranja, tangerina, abacaxi, acerola, caju, maracujá e mamão.
Também existem alimentos que devem ser evitados pelo indivíduo portador de anemia pois dificultam a absorção do ferro, como por exemplo as bebidas alcoólicas, café, cigarros e cerveja.


Frutas para curar a anemia

As frutas para curar a anemia são as seguintes:
  • Frutas secas: damasco, uvas passas, ameixa e figos;
  • Uvas;
  • Açaí;
  • Laranja;
  • Jenipapo;
  • Cana de açúcar;
  • Jambo;
  • Rambotã.
Manter uma dieta equilibrada ajuda a curar a anemia, mas pode não ser suficiente e ser necessário um suplemento a base de vitaminas. É imprescindível o acompanhamento médico e o aconselhamento com um nutricionista, para que seja elaborado um cardápio saudável e balanceado.



Estilo de vida saudável para curar a anemia

Manter um estilo de vida saudável pode ajudar a curar a anemia. Bons hábitos como dormir pelo menos 7 horas por noite, praticar esportes ao ar livre, evitar o consumo de bebidas alcoólicas e cigarro, podem ajudar a prevenir a anemia, garantindo uma boa qualidade de vida.

FONTE DE INFORMAÇÃO

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Doença cardíaca hipertensiva em idosos.

A doença cardíaca hipertensiva altera a função e estrutura do coração como consequência da hipertensão arterial. A hipertensão, popularmente conhecida como “pressão alta”, começa em todos os órgãos e ataca todos os vasos sanguíneos. O coração é o órgão responsável por fazer o sangue circular por todo o corpo. A força necessária para esse bombeamento por meio dos vasos é a pressão arterial. É considerada alta quando está igual ou acima de 140 por 90 mmHg.



A hipertensão causa estreitamento, obstruções, entupimento dos vasos. É um importante fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Quando causa entupimento, surge o infarto. Caso se rompa no cérebro, causa um AVC (Acidente Vascular Cerebral) e pode também provocar a paralisação dos rins. Se o músculo cardíaco não receber a quantidade correta de sangue, ocorre hipertropia (aumento de tamanho), que por sua vez provoca insuficiência cardíaca. 

Segundo o Ministério da Saúde, 50% dos casos de doença cardíaca hipertensiva são diagnosticados aos 55 anos de idade ou mais. O problema atinge principalmente homens a partir dos 40 anos. As mulheres podem ter mais incidência do problema na menopausa, quando perdem a proteção do hormônio estrógeno.

A hipertensão atinge cerca de 30% dos brasileiros adultos. “Com 50 anos de idade, por exemplo, a pessoa tem 50% de chances de desenvolver hipertensão; com 60 anos, 60%, e assim por diante”, explica Décio Mion, chefe da Unidade de Hipertensão do Instituto Central do Hospital das Clínicas de São Paulo.

De acordo com o especialista, 95% dos casos são genéticos. Entre outras causas estão estresse, tumores em que determinada produção de hormônios fecha os vasos e eleva a pressão, além de doença renal que provoca o estreitamento das artérias dos rins. 

A doença não causa sintomas – nem dor de cabeça, que antes se acreditava estar ligada à hipertensão. Hoje se sabe que qualquer dor pode elevar a pressão. Quando surgem alguns sinais, os órgãos mais importantes já estão atacados. Nesse caso, podem surgir falta de ar, inchaço nas pernas e dor no peito. Podem ocorrer também zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal. 

No caso dos idosos, existe o efeito da chamada “cascata terapêutica”, em que um medicamento inadequado provoca outros problemas, diz Maurício Wangarten, médico do Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo) e professor de cardiologia da Faculdade de Medicina da USP.

Ele lembra que o idoso tem menor sensibilidade ao sal, sente menos sede e é mais sensível à queda de pressão. O sal retém água, o que aumenta o volume de sangue e proporciona a pressão alta. O especialista orienta que a medição da pressão deve ser feita em pé. Entre 20% a 30% dos idosos que medem a pressão em pé, ela recua. “Isso é resultado do envelhecimento, com mecanismos de adaptação alterados”. 
As medidas para prevenir a hipertensão e, consequentemente, as doenças do coração são:

Evitar o sedentarismo, praticar esportes;
Evitar a obesidade;
Alimentação saudável;
Não abusar do sal;
Não abusar do álcool;
Não fumar;
Evitar o estresse;
Medir sempre a pressão arterial e consultar um médico periodicamente.


A pressão alta não tem cura, mas tem tratamento e pode ser controlada. Alguns idosos conseguem controlar a pressão com hábitos saudáveis, outros só conseguem com medicamentos. “Se a pessoa tiver uma carga genética para a hipertensão, mas for magra e praticar esportes, tem chance menor de manifestar o problema”, resume Décio Mion.


Fonte de informação

Tumores cardíacos em crianças : Neoplasias do coração em crianças

As Neoplasias cardíacas são tumores benignos ou malignos decorrentes principalmente no forro interior, na camada muscular, ou no pericárdio em torno do coração.
 
Estas neoplasias ou tumores cardíacos podem ser primários ou metastásicos.
 
Tumores cardíacos primários são raros na prática pediátrica, com uma prevalência de 1.7/1000 para 28/1000 em séries de necropsia.
 
Em contraste, a incidência de tumores cardíacos durante a vida fetal tem sido relatada em aproximadamente 1.4/1000.
 
A incidência de metástases cardíacas associadas com todos os tipos de tumores malignos é estimada em aproximadamente em 1% de todos os nascidos (e é 10-20 vezes maior do que tumores malignos primários do coração).
 
A grande maioria dos tumores cardíacos primários em crianças são benignos, enquanto aproximadamente 10% são malignos.
 
Em contraste, a maioria dos tumores secundários são malignos.
 
Em adultos, porém, a freqüência e o tipo de tumores cardíacos em adultos diferem daqueles em crianças com 75% sendo benignos e 25% são malignos.
 
Os mixomas são os tumores primários mais comuns em adultos, constituindo 40% dos tumores benignos.
 
Sarcomas compõem 75% dos tumores malignos nas massas cardíacas.
 
O Rabdomioma é o tumor cardíaco mais comum durante a vida fetal e infância. É responsável por mais de 60% de todos os tumores cardíacos primários.

 
As manifestações de um tumor cardíaco na vida fetal incluem arritmias, insuficiência cardíaca congestiva, hidropisia, e não raro natimorto.
 
Na vida pós-natal tumores cardíacos podem levar a cianose, sopro, problemas respiratórios, disfunção do miocárdio, insuficiência valvular, arritmias e morte súbita.
 
Os exames de Ecocardiografia, Informática Tomografia (CT) e Ressonância Magnética (RM) do coração são os principais instrumentos de diagnóstico invasivo.
 
O Cateterismo cardíaco raramente é necessário.
 
O resultado do Tumor com a avaliação histológica da biópsia continua sendo a chave-de-ouro para confirmação do diagnóstico.
 
A ressecção cirúrgica dos tumores cardíacos primários devem ser considerados para aliviar os sintomas e obstrução mecânica ao fluxo sangüíneo.
 
O resultado de ressecção cirúrgica em sintomáticos, nos casos de tumores cardíacos benignos não-mixomatosos são favoráveis.
 
Pacientes com tumores primários cardíacos poderão beneficiar da cirurgia paliativa, mas esta abordagem não deve ser recomendada para pacientes com metástase de tumores cardíacos. A Cirurgia, quimioterapia e radioterapia podem prolongar a sobrevivência.
 
O prognóstico para os tumores cardíacos malignos primários são geralmente muito pobres.
 
 

 

Cinomose Canina , o que é?


O que é Cinomose

A Cinomose canina é uma doença causada por um vírus que pode ser encontrado no fluxo nasal ou ocular, sendo encontrado também no sangue circulante do cachorro infectado ao longo de sua evolução, determinando diferentes sintomas. O vírus responsável por tal doença é muito resistente às baixas temperaturas, sendo que em temperaturas acima de 60°C a sua destruição ocorre em 30 minutos, e desinfetante do tipo Lisol contendo a concentração de apenas 1% tem a capacidade de destruí-lo rapidamente.

Quais cachorros contraem a doença e os sintomas

A cinomose canina geralmente aparece em cães mais jovens de quaisquer raças, em seus primeiros anos de vida, animais mais velhos que não tenham sido imunizados com a vacina também contraem a doença. A cinomose canina é uma doença muito aguda e febril, o vírus se instala no organismo contraído pelo ar, alimentos e água contaminados com secreções de animais contaminados.
A cinomose canina ataca diferentes órgãos, sendo considerada altamente contagiosa, mas seres humanos não são infectados. Dentre os principais sintomas da cinomose se destacam o corrimento nasal ou ocular, febre, vômito, diarreia, depressão, desidratação, apatia e a falta de apetite.

Tratamento da cinomose canina

O diagnóstico da cinomose canina é feito através de exames em laboratórios e seu tratamento é difícil. O tratamento vai depender do estágio em que a doença está e a capacidade imunológica do seu cão. O tratamento é a base de medicamentos que diminuam a inflamação no cérebro, medicação para aumentam a resistência, alimentação adequada e rica em vitaminas e medicamentos para eliminar doenças que aparecem devido à baixa imunidade por causa da cinomose.
Para que seu cachorro não contraia a cinomose canina e mais nenhuma outra doença o mais recomendado é que ele seja vacinado.

Criança com Síndrome de Down e problemas cardíacos

Doença Cardíaca em crianças com síndrome de Down –  Defeito do septo atrioventricular completo
 
A doença que provoca o Defeito no canal atrioventricular completo também é conhecida como defeito do septo atrioventricular completo. 

 
É uma doença cardíaca caracterizada por um defeito atrial ostium primum septal, uma válvula atrioventricular comum e uma deficiência variável do fluxo de septo ventricular.
Esta é uma rara doença cardíaca congênita, responsável por cerca de 3% de malformações cardíacas.
 
O defeito do canal atrioventricular ocorre em duas de cada 10.000 nascidos vivos. Ambos os sexos são igualmente afetados e uma impressionante associação com síndrome de Down foi encontrado.
Dependendo da morfologia do folheto superior da valva atrioventricular comum, 3 tipos desta doença foram descritas (tipo A, B e C, segundo a classificação de Rastelli). Esta doença tem resultados comprometidos em comunicação interatrial e interventricular e significativa sistêmico-pulmonar, levando assim a pressão ventricular direita e sobrecarga de volume e hipertensão pulmonar.
 
Ele se torna sintomática na infância, devido à insuficiência cardíaca congestiva e falha prosperar.
 
Diagnóstico desta doença poderá ser por suspeita de eletrocardiograma e radiografia de tórax. A ecocardiografia confirma e dá detalhes anatômicos. Ao longo do tempo, a hipertensão pulmonar torna-se irreversível, impossibilitando o tratamento cirúrgico. Esta é a razão pela qual o cateterismo cardíaco não é obrigatório em recém-nascidos (menos de 6 meses), mas é indicado em pacientes mais velhos se hipertensão pulmonar é suspeita. O tratamento médico (digital, diuréticos, vasodilatadores) desempenha um papel apenas como uma ponte para a cirurgia, geralmente realizada entre o terceiro e sexto mês de vida.
 

Doenças cardíacas em animais

 



As doenças do coração são um problema muito comum nos cães e nos gatos, sendo mais frequente nos cães. O coração é o orgão mais importante no corpo. O coração recebe o sangue do corpo, ejectando-o para os pulmões, onde é oxigenado, regressa ao coração e é novamente ejectado para o resto do corpo.

Quais os sintomas da doença?
 
A doença cardíaca (insuficiência cardíaca) pode causar acumulação de fluido nos pulmões e/ou abdómen, assim como uma inadequada circulação de sangue em vários orgãos vitais, como os rins, fígado, pulmões, etc.

Sintomas como tosse, por vezes incontrolável e com maior frequência à noite, dificuldades respiratórias, diminuição da tolerância ao exercício, distensão abdominal, podem ser devidos a insuficiência cardíaca.
O que causa a doença?
 
Os defeitos nas válvulas cardíacas (mais comum nos cães) e no músculo cardíaco (mais comum nos gatos), trauma e Dirofilariose, podem causar sintomas de falência cardíaca.

Nos cães o percurso da doença é geralmente progressivo e poderá ser mais grave. Com maneio e cuidados apropriados poderá viver uma vida relativamente normal.

Nos gatos a ocorrência de doença cardíaca aparece geralmente de forma repentina e requer acção imediata do Médico Veterinário. Uma das causas mais frequentes é a deficiência em Taurina (aminoácido), como causadora de doença nos gatos, sendo muito importante a alimentação com dietas apropriadas, ricas em taurina.

Como se diagnostica?O Médico Veterinário realizará um exame físico completo do seu animal de estimação, podendo ser necessário alguns exames de diagnóstico complementares (radiografias, electrocardiograma, ecografia, análises sanguíneas, etc.)


Como se trata?

O tratamento dos doentes com insuficiência cardíaca visa melhorar a circulação sanguínea e a função cardíaca, podendo, nos casos mais graves, ser necessária a hospitalização.
Que cuidados devo ter em casa?
 
Deverá ter muita atenção ao tratamento do seu animal de estimação em casa. O tratamento prolongar-se-á até ao final da vida do seu animal, visto nestes casos não haver cura completa, apenas tratamento sintomatológico.

Proteja o seu animal de estimação de situações de stress, exercício extremo, humidade e temperaturas elevadas, assim como temperaturas muito baixas.

Respeite as medicações prescritas e indicações fornecidas pelo Médico Veterinário e contacte-o caso ocorra algum problema ou dúvidas. Deverá fazer check-up’s regulares no seu Médico Veterinário, conforme as indicações fornecidas.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Varizes: Causas e Tratamentos

As varizes desenvolvem-se quando o sangue venoso (nas veias), que regressa do coração através das veias, não é rebombeado por este. O sangue é ejectado do coração pelo sistema arterial e encaminhado para todas as partes do corpo. Ao regressar, este sangue é empurrado pela contração e dilatação dos músculos.
Centímetro a centímetro, o sangue chega às extremidades, depois volta ao coração e aos pulmões para se oxigenar e recomeçar a alimentar todo o organismo. Nas veias, estão incorporadas várias válvulas. À medida que uma região se enche de sangue, a válvula sob esta região fecha e a válvula sobre a mesma região abre. O sangue é encaminhado para a região seguinte através de movimentos musculares.
Em caso de varizes, as válvulas têm fugas, o que faz com que o sangue se acumule lentamente, num reservatório inferior. Daí resulta o aumento de volume das veias e, consequentemente, o aparecimento de veias azuis nas pernas.
 

Sintomas das Varizes

  • Dores nas pernas.
  • Sensação de peso nas pernas.
  • Pés ou tornozelos inchados.
  • Cãibras nas pernas durante o sono.
  • Uma alteração da cor da pele.
  • Vermelhidão e erupções nas pernas.

Causas das Varizes

Uma pessoa pode ter uma predisposição genética, o que faz com que tenha válvulas fracas ou veias fracas.
  • Ferimentos na região.
  • Uma tromboflebite pode danificar as válvulas e as paredes das veias.
  • Gravidez.
  • Obesidade.
  • Tumores.
  • Roupas demasiado apertadas, mais concretamente meias cuja parte superior termina numa faixa elástica.
  • O envelhecimento, que provoca uma deterioração da resistência e da elasticidade dos músculos na região.
  • Estar de pé ou sentado durante longos períodos de tempo pode provocar uma diminuição da circulação sanguínea.
  • A obstipação causa pressões nas veias das pernas.
  • Ficar durante muito tempo na sanita pode interromper a circulação na parte de trás das pernas.

Tratamentos para Varizes

Meias para varizes ou meias de descanso. Estas meias obrigam o sangue a penetrar nas veias mais profundas.
  • Escleroterapia. Esta terapia consiste em injetar uma solução especial para obliterar uma secção da veia.
  • Cirurgia. A intervenção consiste em retirar as veias.
  • Quando uma região é obliterada cirurgicamente ou por meio de injeções, as veias à superfície são as que são tratadas. A grande safena, que é a veia interior, é responsável pela circulação nas pernas.
  • Vasodilatadores.
  • Medicamentos para fluidificar o sangue.

Problemas associados aos tratamentos para Varizes

As meias para varizes, ou meias para descanso, devem estar perfeitamente ajustadas para exercer pressão nos pontos adequados.
A pessoa que sofre de varizes pode ser alérgica à solução que lhe é injetada nas veias. A escleroterapia regista uma elevada taxa de insucesso e pode provocar manchas acastanhadas na pele, que podem ser permanentes.
Os efeitos secundários da cirurgia são um enfraquecimento do sistema imunitário provocado pela anestesia e risco de contrair outras doenças ou infecções durante o internamento hospitalar.
Os vasodilatadores fazem subir a pressão arterial, o que pode sobrecarregar o coração já debilitado.
Quando as pessoas, que tomam medicamentos para fluidificar o sangue, não são cuidadosamente vigiadas por um médico, o seu sangue pode tornar-se demasiado claro, o que pode provocar hemorragias e até mesmo a morte.

Remédios Naturais para as Varizes

As pessoas obesas que sofrem de varizes devem perder peso. O melhor regime alimentar para estas pessoas é uma dieta rica em proteínas e pobre em hidratos de carbono. Veja o capítulo sobre a Obesidade.
Elimine o açúcar e a gordura da sua alimentação, que tornam o sangue mais espesso e podem causar pressões inúteis nas válvulas das veias.
Adopte uma alimentação rica em fibras para prevenir a obstipação. Consuma, nomeadamente cereais integrais, farelo, fruta com casca, legumes, feijão seco e raízes ricas em hidratos de carbono complexos (por exemplo, os legumes-raízes, nozes e sementes).
Os níveis elevados de colesterol e de triglicéridos tornam o sangue mais espesso, sujeitando as válvulas das veias a um stress supérfluo. Por conseguinte, é absolutamente necessário diminuir os níveis de colesterol e de triglicéridos. Consulte o capítulo sobre Colesterol.
 
 
 
 

7 Razões para comer mais gordura insaturada

1) Melhora dos fatores de risco cardiovasculares:
A gordura saturada desempenha um papel chave na saúde cardiovascular. A adição de gordura saturada na dieta reduz os níveis de uma substância chamou lipoproteína (A) que tem forte correlação com o risco para doença cardíaca. Pesquisas mostram que quando mulheres entram em dieta, aquelas que se alimentam comendo um maior porcentual de gordura total em suas dietas como gorduras saturadas perdem mais peso.


2) Ossos mais fortes :
A gordura saturada é exigida para o cálcio ser eficazmente

 incorporado ao osso. De acordo com uma das mais importantes experts em pesquisas em gorduras dietéticas e saúde de humanos, a Drª. Mary Enig, Ph.D., essa seria a razão para que algo em torno de 50 por cento das gorduras alimentares serem na forma de gordura saturadas.



3) Saúde de fígado melhora:
A gordura saturada foi demonstrada proteger o fígado do álcool e dos medicamentos, inclusive do acetaminofen (Tylenol®) e outras drogas comumente usado para dor e artrite.


4) Pulmões saudáveis:
Para função adequada, os espaços aéreos dos pulmões têm que ser cobertos com uma camada fina de surfactante pulmonar. O conteúdo gordo de surfactante do pulmão é 100 por cento ácidos graxos saturados. A substituição destas gorduras críticas por outros tipos de gorduras torna o surfactante defeituoso e potencialmente causado de dificuldades respiratórias.


5) Cérebro saudável:
Seu cérebro é principalmente feito de gordura e colesterol. A maior parte dos ácidos graxos no cérebro são realmente saturados. Uma dieta que restringe gorduras saturadas saudáveis rouba o seu cérebro das matérias-primas que precisa para funcionar de forma ótima.


6) Sinalização de nervo adequada:
Algumas gorduras saturadas, particularmente aquelas encontradas na manteiga, banha, gordura de coco, e gordura de palma, funcionam diretamente como mensageiras de sinalização que influenciam o metabolismo, incluindo algumas tarefas críticas como a liberação apropriada da insulina.


7) Sistema imunológico forte:
As gorduras saturadas achadas na manteiga e gordura de coco (ácido mirístico e ácido e láurico) desempenham papéis chave na saúde imunológica. A deficiência de ácidos graxos saturados nas células brancas do sangue diminui sua habilidade de reconhecer e destruir invasores externos, como vírus, bactérias  e fungos.

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terça-feira, 16 de abril de 2013

Tabagismo, cafeína e outros podem influenciar o desenvolvimento do glaucoma

A doença se caracteriza por alterações do nervo óptico e camada de fibras nervosas da retina, sendo normalmente associada ao aumento da pressão intraocular. Se não tratado adequadamente, o glaucoma leva ao dano permanente do nervo óptico, causando uma perda progressiva do campo visual, que pode progredir para cegueira. De acordo com Tiago Prata, médico assistente do Departamento de Oftalmologia da Universidade Federal de São Paulo, o problema tem caráter hereditário e tende a ser mais frequente nos indivíduos parentes de primeiro grau (pais, irmãos e filhos) de portadores da doença, que também está ligada ao processo de envelhecimento.
 


Após os 70 anos, a incidência de glaucoma sobe significativamente - de 2% para 5% na população. Outras condições que favorecem o surgimento do glaucoma incluem diabetes, raça negra, enxaqueca, traumas oculares e cirurgias intra-oculares prévias. No entanto, não são apenas essas condições que aumentam o risco de se desenvolver glaucoma. "Alguns hábitos de vida que, inicialmente, não estão relacionados à visão ou à saúde dos olhos, podem contribuir para o desenvolvimento de problemas oculares", diz Prata. Diversos estudos buscam identificar possíveis fatores que podem comprometer a pressão intraocular, seja de maneira transitória ou prolongada. Já existem conclusões relevantes, apontadas a seguir.

Atividade física: alguns exercícios podem aumentar ou diminuir a pressão intraocular – atividades prolongadas, como corrida e ciclismo, levam à sua redução transitória em pacientes com glaucoma. Estudos mostram que indivíduos com bom condicionamento físico apresentam pressão ocular mais baixa do que aqueles não condicionados ou sedentários. Já em relação às atividades que envolvem aplicação rápida e máxima de força por um curto período de tempo, como levantamento de peso, pode ocorrer elevação durante o exercício. Pacientes com glaucoma que praticam ioga devem ser constantemente orientados e evitar a posição invertida de cabeça e tronco (Sirsasana), pois nessa posição a pressão ocular pode subir a valores muito elevados, e existem relatos de casos nos quais pacientes tiveram piora da doença em curto espaço de tempo.

Cafeína: um dos estudos mais relevantes nessa área, que avaliou cerca de 3500 participantes na Austrália, mostrou que a pressão ocular é, em média, de 15 a 20% mais alta em pessoas que tomam café do que naquelas que não tomam. E quando analisados somente os participantes que tomam café diariamente, a pressão dos olhos se mostrou mais alta naqueles que consomem mais café (>200mg de cafeína/dia) quando comparados aos que consomem menos (<200mg de cafeína/dia).
 

Tabagismo: embora não exista relação direta entre tabagismo e desenvolvimento de glaucoma, o hábito de fumar causa aumento transitório da pressão intraocular. Semelhante ao efeito observado com a cafeína, estudos mostram que a pressão ocular é mais alta em pessoas que fumam do que naquelas que não fumam.

Medicamentos: diversos medicamentos podem levar ao aumento da pressão ocular e, dentre eles, os mais temidos são os anti-inflamatórios a base de cortisona, utilizados frequentemente em doenças respiratórias, reumatológicas e quadros alérgicos. Estudos mostram que muitas pessoas apresentam elevação significativa da pressão ocular após uso de cortisona, principalmente por períodos prolongados (em alguns casos, chega a dobrar). Como a maior parte dos pacientes não sente qualquer sintoma, é importante que o clínico o encaminhe ao oftalmologista para avaliação. Embora não seja algo comum, muitas drogas utilizadas para o tratamento de doenças diversas, como incontinência urinária, depressão, prevenção de crises convulsivas e profilaxia de enxaqueca, podem causar elevação significativa de pressão ocular em olhos predispostos. Um simples exame oftalmológico é capaz de orientar o clinico sobre a existência de riscos com o uso dessas medicações.


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Estudo indica que sangue “tipo O” é associado a menor chance de ataque cardíaco

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos sugere que pessoas que têm o sangue do tipo O são menos suscetíveis a problemas cardíacos do que quem possui sangue A, B, e AB.
 
O estudo, realizado por cientistas da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, em Boston, concluiu que as pessoas com o tipo sanguíneo mais raro, o AB, são as mais vulneráveis a doenças do coração.
 
Para estas pessoas a probabilidade de sofrer com doenças cardíacas é 23% maior do que para as pessoas com o tipo sanguíneo O.
 
A pesquisa também descobriu que para pessoas com sangue do tipo B o risco de doenças cardíacas aumentava em 11% e, para pessoas com sangue tipo A, o aumento era de 5%.
Os pesquisadores não sabem a razão deste aumento de probabilidades. Eles vão agora analisar como os grupos sanguíneos reagem a um estilo de vida mais saudável.
 
“As pessoas não podem mudar o tipo sanguíneo, mas nossas descobertas podem ajudar os médicos a compreender melhor quem tem risco de desenvolver doenças cardíacas. É bom saber qual o seu tipo sanguíneo, da mesma forma como você deveria saber seu colesterol ou pressão sanguínea”, disse o professor Lu Qi, que liderou o estudo.
 
“Se você sabe que o risco é maior, pode reduzi-lo adotando um estilo de vida mais saudável, ao se alimentar bem, praticar exercícios e não fumar.”
 
A pesquisa foi divulgada na publicação especializada American Heart Association Journal.


‘Complicado’
As descobertas dos cientistas americanos são baseadas em dois grandes estudos realizados nos Estados Unidos, um envolvendo 62.073 mulheres e outro, 27.428 pessoas adultas. Eles tinham entre 30 e 75 anos e foram acompanhados durante 20 anos.

Como a etnia das pessoas estudadas era predominantemente caucasiana, os pesquisadores afirmam que ainda não foi esclarecido se as descobertas podem ser apicadas para outros grupos étnicos.

O grupo sanguíneo AB foi ligado à inflamações, que têm um papel importante nos danos em artérias.
Também foram encontradas provas de que o tipo sanguíneo A está associado ao colesterol ruim, o LDL, que pode bloquear as artérias.

Já as pessoas com o tipo sanguíneo O podem se beneficiar dos níveis maiores de um elemento químico que ajuda no fluxo sanguíneo e na coagulação.

No entanto, o estudo não analisou as razões dos riscos diferentes para os tipos sanguíneos distintos.
“O tipo sanguíneo é algo muito complicado, então podem existir múltiplos mecanismos influenciando (estas diferenças)”, disse Lu Qi.


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As complicações da diabetes

O ciclo vicioso da doença

Sem insulina e com açúcar sobrando, o corpo fica sem energia e sujeito a vários problemas:

 

1. O excesso de glicose em circulação leva a um acúmulo no sangue - é a chamada hiperglicemia.

2. Para eliminar esse excesso, a pessoa passa a fazer mais xixi, desidratando o organismo. Daí a sede exagerada do diabético.

 

3. Sem receber glicose, o cérebro pensa que está faltando energia e ativa mecanismos de emergência para compensar essa deficiência. Ele ordena ao fígado mais produção de glicose e obriga o tecido gorduroso a queimar seus estoques. Resultado: a glicemia sobe mais ainda e a pessoa vai emagrecendo, se sentindo fraca e cansada.

 

4. A falta de energia faz a vítima sentir mais e mais fome, o que dispara a glicose no sangue. A queima de gorduras gera compostos chamados cetonas que são eliminados pela respiração e pela urina. Daí o hálito com cheiro levemente adocicado desses pacientes

 

O excesso de açúcar no sangue causa danos nos vasos que levam a várias complicações. Manter a glicose sob controle é o único jeito de afastar esses riscos: 

 

• Cegueira: as alterações vasculares na região dos olhos podem provocar pequenos sangramentos e lesões na retina. É a chamada retinopatia diabética, que pode levar à perda da visão. O diabético deve fazer exames de fundo de olho com regularidade.

 

• Problemas cardiovasculares: a alta da glicose agride a parede dos vasos facilitando o acúmulo de gordura e as inflamações que entopem artérias. Isso causa infartos e derrames.

 

• Amputação de membros inferiores: As lesões nos vasos e a queda da irrigação diminuem a sensibilidade nos membros inferiores. O pé do diabético é extremamente suscetível a feridas que rapidamente podem virar úlceras de difícil cicatrização. Infeccionadas, podem levar à amputação.

 

• Impotência: a dificuldade de circulação no pênis pode causar problemas de ereção.

 

• Insuficiência renal: a circulação deficiente compromete a função dos rins. Se não for controlada com remédios, pode levar à falência renal.

 

 

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Sofrimento do coração

 Segundo o Ministério da Saúde, uma em cada quatro mulheres sofre de depressão. Entre os homens, o índice não ultrapassa os 12%. Como se não bastasse a prevalência da doença, principalmente no público feminino, um novo alerta dos especialistas soma-se aos fatores que levam a doenças cardiovasculares: a depressão. “O fato é que a depressão não é só um estado de humor, ela é uma doença física, que altera o sistema nervoso. Quem tem a doença apresenta uma produção alterada de hormônios que são mediadores de inflamação e que, por consequência, aumentam o risco de aterosclerose”, explica o cardiologista Otávio Gebara, do Hospital TotalCor (SP). A aterosclerose é uma inflamação das placas compostas por gordura e tecido fibroso, que pode levar à obstrução progressiva dos vasos. ‘“Nos pacientes depressivos, os níveis de proteína C reativa, que é um marcador inflamatório importante, ficam elevado, assim como os níveis de cortisol e noradrenalina no sangue”. Porém a depressão atua sobre o coração também por uma outra via, não menos perigosa. “Ela pode comprometer a frequência cardíaca”, diz a psicóloga Glória Heloise Perez , chefe do ambulatório do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo (InCor). Na prática, quem tem depressão pode sofrer com o batimentos cardíacos irregulares ou acelerados, aumentando o risco de infarto.
Um terceiro motivo explica a incidência de problemas do coração entre os depressivos. “Como a depressão cursa com sintomas como a falta de energia e o cansaço, é comum que esses pacientes adquiram hábitos de vida muito ruins. Eles fazem menos exercícios, alimentam-se mal, desistem de seguir o tratamento recomendado pelo médico. Esse estilo de vida aumenta muito o risco de doenças, incluindo as do coração”, diz Gebara.





Atenção aos sinais

Antes que a depressão tenha desdobramentos importantes, como as alterações cardiovasculares, convém buscar ajuda especializada. No entanto, para diferenciar a depressão de um simples quadro de tristeza temporária, alguns sinais são clássicos: além da mudança de humor e do desinteresse por atividades que antes lhe davam prazer, o depressivo normalmente apresenta pelo menos quatro outros sintomas, como aumento ou diminuição do apetite, aumento ou diminuição do sono, dificuldade para se concentrar ou para tomar decisões, agitação ou lentidão do estado psicomotor, pensamentos de autodepreciação e culpa, pensamentos de morte ou suicídio, cansaço e falta de energia.


Hábitos fazem a diferença

Assumir um estilo de vida saudável ajuda a promover a saúde geral, amenizando tanto os sintomas da depressão quanto das cardiopatias. O essencial, claro, é cuidar da alimentação, manter o peso adequado e praticar exercícios. Essas atitudes auxiliam também no controle de outros fatores de risco, como hipertensão, diabetes, colesterol e obesidade. Outra questão importante é buscar o convívio social. Afinal, é a interação com outras pessoas, numa convivência prazerosa, que ajuda a tirar o foco da doença. Nesses encontros, oferecemos ao sistema nervoso central estímulos saudáveis. “Passear, ficar com os amigos, ler, assistir filmes e trabalhar são algumas das atitudes que ajudam a manter o cérebro saudável e, consequentemente, reduzem os riscos de problemas psicológicos. O sono reparador também é fundamental para a manutenção da saúde”, ensina o psiquiatra Fráguas Junior. Manter-se longe do cigarro e do álcool também é superimportante. “É muito comum encontrarmos quadros depressivos ligados ao uso de álcool. Porque a droga provoca uma certa euforia enquanto está fazendo efeito no organismo, mas, no momento da abstinência, o resultado é totalmente o contrário”, diz o cardiologista Otávio Gebara.


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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Primeiros socorros em caso de ataque cardíaco

Os primeiros socorros para ataque cardíaco são:
  • Chamar uma ambulância imediatamente ligando para o número 192;
  • Deite ou sente a vítima de forma confortável;
  • Não dê nada para beber;
  • Pergunte se ela toma algum remédio para o coração e
  • Se necessário afrouxe sua calça ou abra a camisa se estiver apertada, para facilitar a respiração.
Se o coração da vítima parar de bater é necessário realizar uma massagem cardíaca:
  • Deite a vítima sob uma superfície dura e posicione a cabeça dela um pouco para trás, deixando o queixo mais voltado para cima para facilitar a respiração;
  • Apoie suas mãos abertas uma sobre a outra com os dedos voltados para cima;
  • Posicione as mãos sobre o peito da vítima entre os mamilos como mostra a figura e
  • Com os braços esticados empurre as suas mãos com força utilizando o peso do seu próprio corpo contando 2 empurrões por segundo até o coração do indivíduo volte a bater sozinho.
Mesmo que o indivíduo tenha carro, o ideal é chamar uma ambulância, pois ela tem passagem livre no trânsito e os socorristas podem atuar dentro dela, realizando uma série de testes na vítima, agilizando o processo no hospital.
  • São sintomas de um ataque cardíaco:
    • Dor no peito, que parece um aperto,
    • Palpitação cardíaca,
    • Falta de ar,
    • Enjoo,
    • Suor frio.
    O tratamento para o ataque cardíaco é desbloquear a artéria carótida, que irriga o coração. Por vezes, isto só pode ser conseguido através do cateterismo ou da cirurgia cardíaca.

Campanha da vacinação , dúvidas frequentes!

A campanha nacional de vacinação contra a gripe, que começa nesta segunda-feira (15) e vai até o dia 26 de abril, oferecerá imunização gratuita em 65 mil postos de saúde de todo o país, segundo o Ministério da Saúde.
 
Em sua 15ª edição, a campanha tem como público-alvo gestantes, indígenas, presidiários, profissionais de saúde, idosos com 60 anos ou mais e crianças de seis meses a dois anos. Doentes crônicos e mulheres no período de até 45 dias após o parto também devem receber  a vacina.


 
 "A vacinação é segura e feita com o objetivo de diminuir o risco de ter doença grave e evitar o óbito. Ao mesmo tempo, as pessoas que apresentarem os sintomas de gripe devem procurar o posto de saúde, porque tem tratamento", afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em nota oficial.
Com a inclusão de novos grupos na campanha de vacinação, o número de pessoas consideradas público-alvo deve aumentar em 30%, saltando de 30 milhões para 39,2 milhões neste ano, diz a pasta.



Selecionamos alguns perguntas de dúvidas mais frequentes sobre vacina e gripe 
 retire suas dúvidas:


1) Quem se vacinou no ano passado precisa tomar a dose novamente?
Sim, já que a imunidade contra a gripe dura até um ano após a aplicação da vacina. E também porque sua composição é feita conforme os vírus que mais circularam no ano anterior.


2) Gripe e resfriado são a mesma coisa?
Não. A gripe é uma doença grave, contagiosa, causada pelos vírus influenza (A, B ou C). O resfriado é menos agressivo e de menor duração, causado por um rinovírus (com seus vários tipos).

Os sintomas da gripe muitas vezes são semelhantes aos do resfriado, que se caracterizam pelo comprometimento das vias aéreas superiores (congestão nasal e coriza), tosse, rouquidão, febre, mal-estar, dor de cabeça e no corpo. Mas, enquanto a gripe pode deixar a pessoa de cama, o resfriado geralmente não passa de tosse e coriza.

3) Quais os meios de transmissão dos vírus da gripe e do resfriado?
A transmissão ocorre quando as secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada são transmitidas para outra por meio da fala, da tosse, do espirro ou pelo toque, levando o agente infeccioso direto à boca, olhos e nariz do receptor.





4) A dose tem alguma contraindicação?
A vacina não é recomendada para quem tem alergia à proteína do ovo, isto é, entre aqueles que já apresentaram forte reação alérgica pelo menos duas horas depois de comer ovo. Esse tipo de alergia é bastante rara. A vacina também é contraindicada a quem já teve reações adversas a doses anteriores a um dos componentes da vacina. Nestas situações recomenda-se passar por avaliação médica para saber se pode ou não tomar a vacina.


5) A vacina pode me causar gripe?
Não, isso é um mito. A vacina contra influenza contém vírus mortos ou apenas pedaços dele que não conseguem causar gripe. Na época em que a vacina é aplicada, circulam vários vírus respiratórios, que podem não ser os contidos na vacina para a gripe, e as pessoas podem ser infectadas por eles. Além disso, é possível pegar um resfriado.


6) Quanto tempo leva para a vacina fazer efeito?
Em adultos saudáveis, a detecção de anticorpos protetores se dá entre duas a três semanas após a vacinação e apresenta, geralmente, duração de 6 a 12 meses.


7) Pessoas com doenças crônicas podem se vacinar?
Sim, mas com apresentação de receita médica. Em alguns casos, como os de pacientes com doenças neurológicas, é aconselhável passar por uma avaliação médica antes da vacinação.



Fonte de informação e matéria completa AQUI!